INICIAR SESIÓNChegamos em minha casa era uma 19:15 da noite. A lua já estava no alto iluminando as copas das árvores que ficavam do outro lado da rua. Era uma bela paisagem.Guardei o carro enquanto Hector me esperava em casa.Enquanto eu fechava a garagem, escutei o ronco de um motor que me parecia bem familiar. Olhei na direção do barulho, mas não era quem eu pensei que fosse. A decepçã
Após decidirmos qual de nós ficaria com a responsabilidade de criar o evento, nossa imaginação começou a rolar. Ficamos animados e ansiosos, esperando que o momento chegasse logo. Não ficávamos assim desde quando ganhamos nossa medalha de "melhor redação" no Campeonato de Língua Portuguesa no 2° ano do ensino médio.— Beleza! — Exclamo, esfregando as mãos.
Durante a noite, tive sonhos curtos, mas que mudavam de vez em quando. Isso era uma loucura.Sonhei com Rebeca, que ela estava deitada comigo. Ela parecia estar feliz, olhava diretamente em meus olhos. Depois o sonho mudava e eu me via dirigindo sozinho, escutando algumas músicas aleatórias. Mas aquilo não parecia algo desagradável, pois eu sempre escuto músicas aleatórias quando estou dirigindo. Outra vez o sonho muda e eu me vejo correndo no Japão — novamente — contra um corredor de um Impreza. Ele parecia ser intimidador, como se fizesse parte da Yaku
Já em casa guardo meu carro na garagem e a fecho. Entro e subo para meu quarto, e me deito em minha cama.Fico pensando em Rebeca por um tempo, pensando no vacilo que eu dei com ela. Ela não merecia aquilo, e eu a machuquei, mesmo que sem ter a intenção. Até que meu celular toca, me tirando dos meus pensamentos.Eu atendo a ligação.
Cheguei em casa e bati na porta. Meus pais ainda não haviam saído, então pedi para ficar com as chaves da casa.Eles estranharam a minha chegada em casa, sendo que eu havia dito que ficaria na casa de Rebeca. Mas tive que inventar algo e rápido.— Ela teve um compromisso de última hora — menti. Não queria que os dois se preocupados comigo. — Parece que os pais del
Chegamos na praia era umas duas e quinze da tarde. Encontramos o Plymouth Barracuda do Hector e nos juntamos a ele.Hector não estava por ali, até vermos conversando com uma garota que eu logo reconheci.— Bárbara! Como você está? — Eu a cumprimento com um beijo no rosto.