A jovem anda até a cozinha, pega uma tigela com os restos do tempurá, e vai para o quarto também, o quarto dela é um caos, edredons embolados, roupas jogadas, ela senta no chão e continua comendo enquanto olha alguma coisa qualquer em seu telecomunicador, ela ri, viu uma foto antiga do grupo, continua passando o dedo na tela do aparelho semitransparente, ri de novo, depois franzi a testa, um homem foi preso por alguma coisa fútil qualquer, franzi mais ainda, ela não quer ver receitas de drinks, passa o dedo na tela com agressividade, vê alguma outra coisa, ri, deixa o aparelho de lado, e deita-se olhando para o teto seccionado, conta as fileiras por um tempo e cochila. Um supetão da nave faz ela acordar, aquele confortável torpor do sono cobre seu corpo, ela se levanta, olha em volta, o ar está frio, ela respira fundo, andando pela nave todos estão quietos, talvez Bernard esteja aco
Last Updated : 2020-11-13 Read more